Humano, demasiado Humano.

A obra se trata de uma cenopoesia inspirada nas obras de Gregório de Matos e Augusto dos Anjos, ambos buscam em suas obras poéticas explorar a existência como um todo. A cenopoesia “Humano, demasiado Humano” relaciona as obras em um prisma artístico, onde um sujeito se depara com a fantasia e a realidade, e vive um paradoxo levando a um desfecho trágico.



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