As Ruas Que Falam 

(Classificação indicativa: 18 anos)

O spray, o rolinho, o pincel, o borrifador, o estêncil e o muro. A arte urbana está presente na história da humanidade desde os princípios da sociedade. Se pensarmos que o Graffiti ou o Pixo é o ato de ir em uma parede e desenhar sobre o nosso cotidiano como individuo ou grupo social, poderíamos então considerar a arte rupestre como uma das primeiras intervenções artísticas sociais?


A proposta da arte em geral, é promover o questionamento e denunciar aquilo que um grupo social sofre. A arte urbana faz o uso disso para discutir sobre a desigualdade social, racismo e preconceitos como a homofobia e o machismo.


A exposição tem como proposta fazer um panorama da produção artística urbana de Suzano e região. Além de apresentar ao público visitante a experiência estética que a arte urbana proporciona.


“As ruas que falam” conta com 24 artistas dos mais diferentes estilos e técnicas. Compõem a mostra ainda trabalhos de figuras conhecidas nacionalmente e internacionalmente, como é o caso de  Binho Ribeiro, Galo, Rui Amaral e Valério da Luz, que apresentam suas vivências e visão sobre o atual cenário do Graffiti, Pixo e Grapixo

na sociedade.

Vinícius Ripa
Professor, artista visual e curador.